Considerado um dos maiores especialistas em cinema, Rubens Ewald Filho morreu nesta quarta-feira (19). O jornalista estava internado estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Samaritano, em Higienópolis, na região Central de São Paulo.

Ewald Filho havia sido internado no dia 23 de maio após sofrer um desmaio seguido de uma queda de escada rolante. Ele passou por um tratamento cardiológico e das fraturas decorrentes da queda. Ele não resistiu aos tratamentos.

O Santista de nascença, de acordo com dados, havia assistido ao longo da carreira mais de 37 mil filmes. Além da marca, trabalhou como roteirista de novelas como “Éramos Seis”, “Drácula, Uma História de Amor” e “Iaiá Garcia”, além de “Gina”, da TV Globo, entre outras. Como ator, trabalhou nos filmes “Independência ou Morte” e “Amor Estranho Amor”. Como crítico, trabalhou na TV aberta em Globo, SBT, Record e Cultura. Passou ainda por a HBO, Telecine e TNT.

Escreveu livros, entre destaque o “Dicionário de cineastas”, além de grande obras como “Dicionário de Cineastas”, “Cinema com Rubens Ewald Filho”, “Os 100 Maiores Cineastas”, “O Oscar e eu” e “Os 100 Melhores Filmes do Século 20”.

Rubens Ewald Filho — Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto
Rubens Ewald Filho — Foto: Cleiton Thiele/Pressphoto

Atuou também como consultor em projetos como o Pólo de Cinema de Paulínia (SP), entre outros. Escreveu ainda roteiros de “A árvore dos sexos” (1977) e “Elas são do baralho” (1977), filmes dirigidos por Abreu.

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Agências/G1SP/TNT