Recentemente o Senado recebeu personalidades dos games profissionais no Brasil para discutir a regulamentação dos esportes eletrônicos e o projeto de lei (PLS 383/2017) que regulamenta os esportes eletrônicos no Brasil, os chamados e-sports (atividades competitivas que envolvem jogos de videogame, computador e gadgets). 

Grandes nomes como Lucas Simon, CEO da equipe INTZ, Alexandre “Kakavel” Peres, CEO da Team oNe, Nicolle “Cherrygumms” Merhy, CEO da Black Dragons, Leo de Biase, CMO da BBL, e João Ricardo Cozak, psicólogo da MIBR, marcaram presença.

E um dos momentos mais importantes foi a crítica da CEO da Black Dragons, Cherrygumms, que disse o seguinte: “Gostaria de falar que onde há mais regulamentação, aumenta o preço. E onde aumenta preço, diminui o investimento”.

A executiva ainda falou a respeito da violência nos game, criticando algum sernadores que falam em  “apologia à violência e drogas ou que tenham cunho sexual”.

Temas como dependência e criação de um centro de esports dentro de uma favela no Rio de Janeiro também foram discutidos.

Outras críticas

Alguns objetivos no projeto chamam a atenção, como, por exemplo, “o estímulo à boa convivência, ao fair play, à construção de identidades, o combate aos discursos de ódio que podem ser passados ‘subliminarmente’ pelos jogos e o desenvolvimento de habilidades nos praticantes”.

Sempre que o Estado quer se meter onde não há necessidade, especialmente no Brasil, em que cria-se dificuldade para vender facilidade, né, me parece equivocado. Vamos esperar para ver…

A pauta voltará a ser discutida ainda no Senado no próximo dia 21 de novembro.

Agências/Twitter/CherryGummsLeiladoVole