Com as recentes novidades divulgadas de Call of Duty: Modern Warfare, claro, como é de praxe em tempos atuais, muita gente reclamou com a escolha de se ter a arma fósforo branco no game como Killstreak no modo multiplayer.

A questão, para se ter uma ideia em que tempos estamos vivendo, causou debates sobre ética, uma vez que o uso militar do material incendiário gera debate.

A fim de esclarecer, o fósforo branco tem pelo menos 300 anos de existência e pode ser usado para veneno, como ferramenta de investigação forense e como granada de fumaça e camuflagem. Além disso, em contato com a pele, causa queimaduras gravíssimas.

O material, se grudar na pela, pode desmanchar a pela e destruir tecidos do corpo, como músculos e órgãos internos.

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O uso do fósforo branco é proibido pela Convenção de Genebra. Além disso, entidades de Direitos Humanos criticam o uso do material.

Para responder a polêmica desnecessária sobre a questão, uma vez que se trata de um game, Geoff Smith, diretor da franquia, disse que para o site VG 24/7 que o multiplayer é um playground para os jogadores e não pretende comentar a guerra real. Smith se surpreendeu com a proporção que a discussão tomou e acha que isso pode ter a ver com o quão realista é o visual do jogo.

Com versões para PS4, Xbox One e PC, Call of Duty: Modern Warfare chegará ao mercado no dia 25 de outubro.

Agências/TheEnemy/VG 24/7


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