Engana-se quem pensa que os três títulos mundiais, as duas conquistas do Mid-Season Invitational (MSI), uma delas neste domingo (21), e a alcunha de melhor jogador de League of Legends tiram a fome de vitória do Mid Laner Lee “Faker” Sang-hyeok. Ele quer mais, depois de levantar o 15º troféu da carreira.

“Eu, na verdade, não estou muito satisfeito. Eu acho que há muito a conquistar pelo caminho”, disse Faker, ao ser questionado se se sentia feliz por ter uma carreira tão bem sucedida, na entrevista coletiva pós-vitória sobre o G2 Esports, da Europa.

Ele começou a jogar profissionalmente em fevereiro de 2013 e, logo naquele ano, conquistou o seu primeiro Campeonato Mundial. Viriam outros dois: em 2015 e 2016. Todos pelo SK Telecom T1, organização que defende desde o início da carreira. Na liga sul-coreana, a LCK, já foram seis títulos, além da Final Regional de 2013. Houve ainda as conquistas do NLB Summer 2014 e o All-Star 2014. Em torneios não oficiais, ou seja, aqueles não promovidos pela Riot Games, Faker conquistou o troféu da 10ª temporada da Intel Extreme Masters (IEM).

No MSI, o torneio de meio de temporada, o SKT1 esteve nas finais das três edições realizadas até hoje e venceu duas delas, a segunda neste domingo, no Rio de Janeiro. Foi o 15º título dele no total.

O time da Coreia do Sul passou pela Fase de Grupos com oito vitórias e duas derrotas, bateu o Flash Wolves, de Taiwan, por implacáveis 3 a 0 na Semifinal e superou a surpresa G2 por 3 a 1 na decisão. Os confrontos no Rio aconteceram na Jeunesse Arena.

Na coletiva, o técnico Kim “kkOma” Jung-gyun falou sobre a trajetória vencedora do SKT1 e como a equipe, mesmo com mudança na line-up, se manteve no topo. “Não há segredo para isso. É uma combinação de três jogadores que continuaram, Faker, Bang e Wolf, com a sinergia com os novos jogadores, que treinaram e se esforçaram”.

 

 

 

 

 

Agências/MyCNB


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